Aplicação clínica do retalho fáscio-cutâneo em V-Y da região posterior da coxa

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dc.contributor.advisor Ferreira, Lydia Masako [UNIFESP]
dc.contributor.author Calil, José Augusto [UNIFESP]
dc.date.accessioned 2015-12-06T23:00:33Z
dc.date.available 2015-12-06T23:00:33Z
dc.date.issued 1999
dc.identifier.citation São Paulo: [s.n.], 1999. 151 p. ilustab.
dc.identifier.uri http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/16403
dc.description.abstract Foram tratados 20 pacientes, portadores de 25 úlceras nas regiões glútea e perineal, sendo 23 delas úlceras por pressão, l pós-abscesso perianal e I pós-trauma perineal. Em todos os pacientes a reparação foi realizada com o retalho fáscio-cutâneo da região posterior da coxa. Cartoze pacientes eram do sexo masculino e 6 do sexo feminino. O retalho foi confeccionado com base súpero-lateral, preservando-se os ramos fáscio-cutâneos das artérias glútea inferior, primeira e segunda perfurantes no tratamento de úlceras isquiáticas. Nas associações de úlcera isquiática com úlcera sacral, adicionou-se ao retalho uma extensão fáscio-cutânea da região glútea para tratamento cirúrgico em tempo único. Foi realizado retalho com base súpero-medial, preservando-se o ramo fáscio-cutâneo da artéria glútea inferior no tratamento das úlceras trocantéricas. Nas associações com úlcera sacral e nas concomitâncias de úlceras isquiática, trocantética e sacral, acrescentou-se, ao retalho posterior da coxa, uma extensão fáscio-cutânea da região glútea que permitiu o fechamento de todas as úlceras em um só tempo cirúrgico. Nas associações de úlceras trocantéricas e isquiáticas, realizou-se o retalho com base superior, preservando-se o ramo fáscio-cutâneo da artéria glútea inferior. No período imediato, o resultado foi considerado bom em 17 pacientes (85,0 por cento), regular em 2 pacientes (I O,O por cento) e ruim em I paciente (5,0 por cento). Não houve necrose do retalho. As complicações imediatas foram 3 infecções, I deiscência e I hematoma. Num período de seguimento de 6 meses a 29 meses, houve recidiva de 6 úlceras (6/24 = 25,0 por cento) em 5 pacientes (5/19 = 26,32O/o). Um paciente foi perdido neste seguimento. Conclui-se que o retalho fáscio-cutâneo posterior da coxa, em V-Y, pode ser utilizado com segurança no tratamento de lesões isoladas ou múltiplas das regiões glútea e perineal.
dc.format.extent 151 p.
dc.language.iso por
dc.publisher Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.rights Acesso restrito
dc.subject Retalhos cirúrgicos pt
dc.subject Úlcera por pressão pt
dc.subject Nádegas/cirurgia pt
dc.title Aplicação clínica do retalho fáscio-cutâneo em V-Y da região posterior da coxa pt
dc.title.alternative Clinical application of the posterior thigh fasciocutaneous V-Y flap en
dc.type Tese de doutorado
dc.contributor.institution Universidade Federal de São Paulo [UNIFESP]
dc.identifier.file epm-016115.pdf
dc.description.source BV UNIFESP: Teses e dissertações
unifesp.campus São Paulo, Escola Paulista de Medicina (EPM) pt
unifesp.graduateProgram Cirurgia Translacional – São Paulo



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