Efeitos morfológicos da hiperprolactinemia experimental sobre o endométrio de camundongos

Efeitos morfológicos da hiperprolactinemia experimental sobre o endométrio de camundongos

Alternative title Morphological effects of experimental hyperprolactinemia in mice endometrium
Author Rossi, Alexandre Guilherme Zabeu Autor UNIFESP Google Scholar
Advisor Baracat, Edmund Chada Autor UNIFESP Google Scholar
Abstract Pouco se sabe sobre os efeitos da hiperprolactinemia hipofisaria no endometrio, sobretudo em niveis que nao ocasionem amenorreia. Neste estudo procuramos avaliar, pela microscopia de luz, os efeitos da hipreprolactinemia experimental sobre a morfologia do endometrio de camundongas jovens e adultas, na fase de diestro. Utilizaram-se 40 camundongas (Mus musculus, var. albinus, Rodentia Mammalia) 20(jovens) com 40 dias de idade e 20 (adultas) com 100 dias de idade, virgens. Foram divididas em quatro grupos: GRUPO CONTROLE I (CI): 10 camundongas jovens (O,2 ml de solucao salina a O,9 por cento); GRUPO CONTROLE II (CII): 10 camundongas adultas (O,2 ml de solucao salina); GRUPO EXPERIMENTAL I (EI): 10 camundongas jovens (200 µg de metoclopramida); GRUPO EXPERIMENTAL II (EII): 10 camundongas adultas (200 µg de metoclopramida). Todos os animais receberam a solucao salina ou o farmaco por via subcutanea, durante 50 dias, sendo realizada coleta colpocitologica diaria. Ao final, assim que entraram na fase de diestro, foram sacrificados, tendo seu sangue coletado, e as porcoes medias dos cornos uterinos foram retiradas. Na analise colpocitologica observamos as seguintes porcentagens para os animais que tiveram ou nao ciclos estrais: GCI, 87,5 por cento e 12,5 por cento; GEI, 70 por cento e 30 por cento; GCII, 90 por cento e 10 por cento; GEII, 80 por cento e 20 por cento. As medias e desvios-padrao dos valores sericos de PRL (ng/ml) foram: GCI (69,3n14,7); GEI (236,6n28,8); GCII (39,2n4,6); GEII (331,0n44,9). Morfologicamente, os grupos experimentais e controles entre si, apresentaram resultados semelhantes. Nos experimentos com ciclos estrais, o endometrio apresentou-se bem mais desenvolvido que nos controles, isto e epitelio cilindrico simples com inumeras figuras de mitose, estroma mais espessado com muita substancia intercelular amorfa, maior numero de fibroblastos e de glandulas com secrecao no seu interior. Os animais experimentais, em diestro persistente, ficaram semelhantes aos grupos controles, com utero diminuido de tamanho e luz uterina mais ampla, porem com o estroma e o epitelio cilindrico simples de revestimento mais adelgacados, com as pregas endometriais quase atingindo o miometrio em alguns pontos; notaram-se tambem algumas glandulas endometriais. Concluimos que nas camundongas jovens e adultas com hiperprolactinemia que tiveram ciclos estrais, o endometrio mostrou-se mais desenvolvido, na fase de...(au)
Keywords Hiperprolactinemia
Endométrio
Language Portuguese
Date 1999
Published in São Paulo: [s.n.], 1999. 85 p. ilus., tab., graf.
Publisher Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extent 85 p.
Access rights Closed access
Type Dissertation
URI http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/16328

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