Osteodistrofia em crianças com insuficiência renal crônica em tratamento dialítico: aspectos bioquímicos, histológicos e de densitometria óssea

Osteodistrofia em crianças com insuficiência renal crônica em tratamento dialítico: aspectos bioquímicos, histológicos e de densitometria óssea

Título alternativo Osteodystrophy in children with chronical renal failure under dialytic treatment: histological, biochemical and X-ray densitometric features
Autor Andrade, Maria Cristina de Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Carvalhaes, João Tomás de Abreu Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Objetivou este trabalho avaliar a osteodistrofia renal (ODR) em criancas em tratamento dialitico, determinando a frequencia de formas histologicas, relacionando-as aos resultados da DEXA e a seus perfis bioquimicas e hormonais. Os criterios de inclusao foram alteracoes nos niveis de Ca, P, FA, PTH e/ou alteracoes clinicas sugestivas de ODR. Os pacientes foram submetidos a biopsia ossea com marcacao com tetraciclina. Foram estudados 20 pacientes, 13 masculinos e 7 femininos, com media de idade de 11 anos. O principal diagnostico etiologico da IRC foi nefropatia de refluxo. O tempo de dialise variou de 3 meses a 7 anos. A avaliacao nutricional demonstrou 10 pacientes abaixo de -2,0 escores-Z para P/1 e para E/I, com media de -2,18 e -2,71, respectivamente. A avaliacao do estagio puberal demonstrou apenas 3 pacientes apresentando atraso. 3 pacientes (I 5 por cento ) tinham hipercalcemia, e 6 hipocalcemia. Hiperfosfatemia foi observada em 10 pacientes (50 por cento ), e hipofosfatemia em 4 (20 por cento ). A FA estava acima do normal em 35 por cento dos pacientes e abaixo em 2. Os valores do PTH intacto estavam acima do normal em 13 pacientes (65 por cento ) e abaixo em 3. A histologia ossea mostrou 8 pacientes com alta remodelacao ossea (5 pacientes com OF e 3 com DM), e 12 pacientes (60 por cento ) com baixa (1O pacientes com OM e 2 com DOA). A ODR esteve presente em 1OO por cento dos casos de biopsia ossea. Ao distribuirmos os pacientes em 2 grupos (alta e baixa remodelacao ossea), observamos nao haver correlacoes estatisticamente significantes, ao compararmos os resultados obtidos da histologia ossea com os valores de Ca, P, FA e PTH. Tambem os valores da DEXA nao se correlacionaram com a histologia ossea. Em conclusao, na fase dialitica, a osteodistrofia renal ocorreu em 100 por cento dos pacientes e a histologia ossea mineralizada mostrou ser o unico metodo preciso para o diagnostico do tipo de osteodistrofia renal em pacientes pediatricos
Palavra-chave Insuficiência renal crônica
Osteodistrofia renal
Absorciometria de fóton
Idioma Português
Data de publicação 1999
Publicado em São Paulo: [s.n.], 1999. 133 p. ilus., graf.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 133 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Tese de doutorado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/16133

Exibir registro completo




Arquivo

Arquivo Tamanho Formato Visualização

Não existem arquivos associados a este item.

Este item está nas seguintes coleções

Buscar


Navegar

Minha conta