Dopplervelocimetria das arterias uterinas, arqueadas e espiraladas no prognostico de receptividade endometrial de mulheres em ciclos estimulados para fertilizacao in vitro

Dopplervelocimetria das arterias uterinas, arqueadas e espiraladas no prognostico de receptividade endometrial de mulheres em ciclos estimulados para fertilizacao in vitro

Título alternativo Colour doppler of uterine, arcuate and spiral arteries in prognostic of endometrial receptivity of women in induced in vitro fertilization cycles
Autor Castellotti, Daniella Spilborghs Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Avaliaram-se 20 pacientes com diagnostico de infertilidade atendidas no Huntington - Centro de Medicina Reprodutiva de São Paulo. Adotaram-se, como criterios de exclusao, idade superior a 38 anos, FSH >l5 mUl/ml e estradiol < 60 pg/ml no 3º dia do ciclo menstrual, afeccoes na cavidade uterina, tabagismo, bem como pacientes hipertensas. cardiopatas, hepatopatas ou as usuarias de drogas que pudessem influenciar na circulacao sanguinea. As pacientes apresentavam indicacao de fertilizacao in vitro e o mesmo protocolo de inducao ovariana foi realizado em todos os ciclos. Na manha do dia da ministracao de gonadotrofina corionica humana (hCG), realizou-se ultra-sonografia transvaginal com doppler colorido para avaliacao folicular e endometrial, seguida da dopplervelocimetria dos ramos ascendentes das arterias uterinas, das arterias arqueadas e das arteriolas espiraladas, obtendo-se os indices de resistencia (IR) e pulsatilidade (IP). Avaliou-se, tambem, o padrao subjetivo de fluxo intramiometrial pelo mapa vascular. Apenas as pacientes que apresentavam eco endometrial com espessura acima de 7mm e padrao trilaminar de ecotextura a ultra-sonografia ,foram incluidas no estudo. Transferiram-se tres ou quatro embrioes de excelente qualidade avaliados pelo cumulative embryo score (CES) (media do CES por embriao 31O,5). Dividiram-se as pacientes em dois grupos de acordo com a presenca (grupo I) ou nao de gravidez (grupo II), a qual definiu-se pela visibilizacao de embriao com batimentos cardiacos pela ultra-sonografia transvaginal. O IP medio das arterias uterinas foi significantemente menor no grupo I em relacao ao grupo II. Do mesmo modo, o IR medio das arterias uterinas foi significantemente menor no grupo de pacientes que engravidaram quando comparadas as que nao ficaram gravidas. Nao observamos diferenca significante nos IP e IR das arterias arqueadas e espiraladas entre os dois grupos, bem como no padrao subjetivo de fluxo. Nao ocorreu gravidez quando o IP medio das arterias uterinas foi maior que 3,00. A taxa de implantacao foi de 20,2 por cento e, a de gravidez, de 50 por cento . Nossos achados comprovam que o fluxo sanguineo uterino desempenha relevante papel no processo de implantacao em ciclos induzidos de fertilizacao in vitro. Assim, recomendamos que a dopplervelocimetria das arterias uterinas deva fazer parte da rotina propedeutica em Reproducao Assistida
Palavra-chave Ultrassonografia Doppler em Cores
Fertilização In Vitro
Ultrassonografia
Endométrio
Idioma Português
Data de publicação 1999
Publicado em São Paulo: [s.n.], 1999. 120 p. ilustab.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 120 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Dissertação de mestrado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/16095

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