Trauma vascular: avaliacao do tratamento clinico

Trauma vascular: avaliacao do tratamento clinico

Título alternativo Vascular trauma
Autor Oliveira, Edvan Batista de Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Com o objetivo de avaliar os resultados do tratamento no trauma vascular de pacientes atendidos no Hospital São Paulo (UNIFESP - EPM: Universidade Federal de São Paulo - Escola Paulista de Medicina), realizamos estudo em 176 pacientes, no periodo de maio de 1980 a junho de 1997. Os individuos foram classificados em tres grupos: grupo I - 126 pacientes com lesao arterial (l44); grupo II - 31 pacientes com lesao arterial (43) e venosa (33j); grupo III - 19 pacientes com lesao venosa (21). O trauma ocorreu em 126 casos no sexo masculino (71,6 por cento ) e 50 no feminino (28,4 por cento ), com media de idade de 37 anos, variando de 43 dias a 80 anos, sendo 105 solteiros e 71 casados. As causas iatrogenicas predominaram nos grupos (59,32 por cento ), sendo que as lesoes resultaram, principalmente, de angiografias e cateterismo cardiaco (63,41 por cento nos membros superiores). O trauma vascular por projetil de arma de fogo foi o mais frequente (50 com 55,55 por cento nos membros inferiores e 59,3 por cento em pacientes solteiros, quando se excluem as causas iatrogenicas. O tempo decorrido entre o trauma e o atendimento medico foi de 69,9 por cento inferior a 8 horas. O diagnostico foi auxiliado por 156 exames complementares (73 arteriografias; 58 Doppler ultra - som, 18 flebografias, quatro ultra - som, dois Duplex Scan, uma tomografia computadorizada). Entre as lesoes arteriais, a arteria braquial predominou com 35,82 por cento , enquanto a femoral foi mais atingida no grupo II (25,6 por cento ). As lesoes de partes moles representaram 70,65 por cento dos casos, as osteoarticulares, 19,56 por cento e as de nervos, 9,78 por cento . Em relacao aos reparos arteriais (l4l), no grupo I (ll2), houve predominio da anastomose termino-terminal (35,71 por cento ), no grupo II (29), o enxerto venoso (51,72 por cento), e entre os grupos I e II, a anastomose termino - terminal (33,33 por cento ). O reparo venoso, no grupo II (l3), apresentou 61,54 por cento de sutura e no grupo III (quatro), 50,0 por cento de sutura. Nao computamos os casos submetidos a reoperacoes. Independentemente do grupo, observamos 92,0 por cento de bons resultados. A perviedade das restauracoes arteriais, em de trinta dias correspondeu a 82,61 por cento , enquanto 8,7 por cento necessitaram de amputacao. A porcentagem de amputacoes entre os pacientes com fraturas foi significantemente maior do que a observada em pacientes sem fraturas (1O vezes)
Palavra-chave Traumatismo Múltiplo
Artérias
Veias
Cirurgia Geral
Diagnóstico Clínico
Idioma Português
Data de publicação 1998
Publicado em São Paulo: [s.n.], 1998. 137 p. ilustab.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 137 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Dissertação de mestrado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/16052

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