Injeção intratímica de antígenos do doador em modelos experimentais de imunização e transplante de órgãos

Injeção intratímica de antígenos do doador em modelos experimentais de imunização e transplante de órgãos

Título alternativo Effects of donor antigens intratymic injection in animal models of transplatation and immunization
Autor Bueno, Valquiria Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Pestana, Jose Osmar Medina Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo O uso cronico de drogas imunossupressoras em transplante esta associado a complicacoes severas como infeccoes oportunistas, neoplasias, e toxicidade, alem de nao controlar totalmente o processo de rejeicao. A meta em transplante e a ausencia de resposta imune especifica ao doador sem comprometer o restante do sistema imune do receptor. Uma possivel estrategia e o tratamento do receptor com injecao intratimica de antigenos do doador associada ao uso de imunossupressao no periodo peritransplante. Esta estrategia, denominada tolerancia intratimica, tem sido utilizada com sucesso em modelos experimentais de transplante de orgaos. Utilizamos a injecao intratimica de 2xl07 esplenocitos do doador na tentativa de aumentar a sobrevida dos aloenxertos cardiaco e renal, e diminuir a resposta proiiferativa no ensaio do linfonodo popliteal. No protocolo de transplante cardiaco heterotopico abdominal em ratos, utilizamos como doador Munich Wistar (RT- 1a.) e receptor Wistar (outbred). A mesma combinacao foi utilizada para o transplante renal ortotopico. No modelo de transplante cardiaco a injecao intratimica foi feita concomitante ou quatro dias antes do transplante, sendo que no transplante renal o procedimento foi realizado apenas concomitante ao transplante. No protocolo de transplante cardiaco heterotopico abdominal em camundongos, C57BL/6 foram doadores e BALB/c receptores, sendo estes animais completamente dispares quanto aos antigenos principais e secundarios de histocompatibilidade. A injecao intratimica foi realizada concomitante ou sete dias antes do transplante. O agente imunossupressor associado foi o anticorpo monocional anti-CD3. No modelo do linfonodo popliteal, as combinacoes de camundongos foram as mesmas daquelas utilizadas para o transplante cardiaco. O seceptor foi estimulado na pata direita traseira com 107 esplenocitos do doador e apos sete dias, o linfono do popliteal drennte foi retirado e pesado. A injecao intratimica de antigenos do doador foi realizada sete dias antes do estimulo na pata. Nos modelos de transplante em ratos foi possivel aumentar significativamente a sobrevida do aloenxerto apenas com o uso da injecao intratimica concomitante ou previamente ao transplante. O mesmo ocorreu no ensaio de linfonodo popliteal, onde a injecao intratimica isolada diminuiu a resposta proliferativa especifica aos antigenos do doador. Contudo, a injecao intratimica de antigenos do doador nao...(au)
Palavra-chave Transplante de órgãos
Rejeição de enxerto
Imunossupressão
Tolerância imunológica
Timo
Idioma Português
Data de publicação 1998
Publicado em São Paulo: [s.n.], 1998. 137 p. ilustab.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 137 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Tese de doutorado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/15968

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