Emissões otoacústicas evocadas transientes: estudo da amplitude de resposta em recém-nascidos a termo e pré-termo

Emissões otoacústicas evocadas transientes: estudo da amplitude de resposta em recém-nascidos a termo e pré-termo

Título alternativo Transient-evoked otoacustic emissions: response amplitude in term and pre-term neonates
Autor Bassetto, Monica Cristina Andrade Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo O objetivo deste trabalho foi estudar o comportamento da amplitude das emissões otoacústicas evocadas transientes (EOAET), em recém-nascidos a termo e pré-termo, em função dos parâmetros lado da orelha, sexo, espectro de freqüência e idade pós-concepcional. A amostra compôs-se de 526 recém-nascidos, sendo 440 nascidos a termo (GT), sem intercorrências, com idade pós-concepcional na data do teste variando entre 37 e 44 semanas e 86 nascidos pré-termo, subdivididos em grupos Pré-Termo A (GTTA), com idade pós-concepcional na data do teste variando entre 31 e 36 semanas, e outro grupo Pré-Termo B (GPTB), com idade pós-concepcional na data do teste variando entre 37 e 44 semanas. O teste das EOAET foi realizado em ambiente sem tratamento acústico com o analisador de emissões otoacústicas ILO 88 da Otodynamics, no modo "Quickscreener", segundo a técnica padrão descrita por BRAY (1989). Ao analisarmos os resultados, observamos assimetria significante da amplitude média de resposta, a favor da orelha direita (GT e GTPA), do sexo feminino (GT) e das bandas de freqüências altas (GT e GPTB). Tais assimetrias cresceram à medida que houve um aumento da idade pós-concepcional, uma vez que elas sempre puderam ser observadas no GT e nem sempre nos GPTA e GPTB, revelando que os mecanismos do sistema auditivo periférico, envolvidos na geração e na transmissão das EOAET, ainda estariam amadurecendo nas últimas semanas de gestação. Além disso, verificamos que a amplitude média de resposta dos recém-nascidos com idade pós-concepcional variando entre 37 e 44 semans (GT e GPTB), foi significantemente maior do que a dos recém-nascidos com idade pós-concepcional entre 31 e 36 semanas (GPTA), nas bandas de freqüências altas, para algumas combinações de lado de orelha e sexo. Estas diferenças observadas entre as amplitudes médias da EOAET de recém-nascidos a termo e pré-termo sugerem que o parâmetro amplitude, além de fornecer evidência da presença das EOAET e, portanto da integridade do sistema auditivo periférico, também pode ser tomado como um indicador de maturação do sistema auditivo periférico em recém-nascidos.
Palavra-chave Estimulação acústica
Cóclea
Recém-nascido
Emissões otoacústicas espontâneas
Triagem neonatal
Idioma Português
Data de publicação 1998
Publicado em São Paulo: [s.n.], 1998. 211 p. ilustab.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 211 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Tese de doutorado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/15951

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