Medidas pupilométricas eletrorretinográficas e limiares de adaptação ao escuro em pacientes com retinose pigmentar: testando a hipótese da equivalência de luz

Medidas pupilométricas eletrorretinográficas e limiares de adaptação ao escuro em pacientes com retinose pigmentar: testando a hipótese da equivalência de luz

Título alternativo Pupillometric measures, electroretinography and dark-adapted thresholds in patients with retinitis pigmentosa: an evaluation of the equivalent light hypothesis
Autor Berezovsky, Adriana Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Belfort, Rubens Junior Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Objetivo. A hipotese de equivalencia de luz afirma que na RP a quebra dos segmentos externos dos bastonetes poderia eliminar a corrente do escuro circulante e ativar a cascata de fototransducao no escuro. Conforme a hipotese, o tamanho pupilar de estado estavel no escuro deveria ser menor em pacientes com RP, uma vez que os fotorreceptores agiriam como se estivessem constantemente adaptados a luz. Para testar a hipotese, medidas dos diametros pupilares horizontais em pacientes com RP apos 45 minutos de adaptacao ao escuro e na presenca de fundos de adaptacao foram obtidas, juntamente com medidas eletrorretinograflcas e limiares de adaptacao ao escuro. Metodos. Foram testados 35 pacientes com RP e 15 voluntarios normais com idades ajustadas. Apos 45 minutos de adaptacao ao escuro em um olho, imagens da resposta pupilar a diferentes iluminancias retinianas (variando de -3,8 a 4,3 log troland escotopico) apresentadas numa cupula branca de campo total foram registradas em fita de video usando um sistema de video infra-ven-nelho. As imagens foram digitalizadas e foram obtidas 3 imagens para cada iluminancia para subsequente analise. Medidas precisas do diametro pupilar horizontal foram feitas para cada imagem utilizando-se um programa de analise de imagens. No outro olho foram medidos limiares de adaptacao ao escuro e ERGS. Resultados. Nao houve diferenca estatisticamente significante entre os diametros pupilares horizontais no escuro dos pacientes com RP e dos voluntarios normais. Alem disso, a media dos diametros pupilares horizontais no escuro foi comparavel para pacientes e voluntarios normais (t=-0, 146; P=O, 8 846). Em baixas e medias iluminancias retinianas os pacientes com RP tiveram diametros pupilares horizontais maiores quando comparados aos controles, recuperando o diametro pupilar comparavel aos normais em iluminancias retinianas mais altas. Os limiares de adaptacao ao escuro e os registros eletrorretinograficos foram compativeis com o diagnostico de RP. Conclusoes. Nao houve diferenca nas medidas pupilometricas obtidas de pacientes com RP e controles noitnais no escuro. Nesta amostra de pacientes, os resultados sao contrarios a hipotese de equivalencia de luz. As medidas pupilometricas tiveram boa concordancia com os resultados de ERG, compativel com a influencia dos bastonetes no tamanho pupilar em pacientes (truncado..)
Palavra-chave Retinite pigmentosa
Pupila
Eletrorretinografia
Idioma Português
Data de publicação 1998
Publicado em São Paulo: [s.n.], 1998. 86 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 86 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Tese de doutorado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/15876

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