Prevalencia da infeccao pelo Mycobacterium tuberculosis em profissionais de Saúde do hospital São Paulo, de acordo com local de trabalho

Prevalencia da infeccao pelo Mycobacterium tuberculosis em profissionais de Saúde do hospital São Paulo, de acordo com local de trabalho

Título alternativo Prevalence of Mycobacterium tuberculosis infections in professional of health of the São Paulo Hospital, in accordance with workplace
Autor Mathiasi Neto, Pedro Aurelio Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo OBJETIVOS Determinar a prevaiencia da infeccao pelo Mycobacterium tuberculosis em profissionais de Saúde do Hospital São Paulo (HSP), de acordo com atuacao em locais de maior ou menor risco de exposicao a TB, comparandoa com a prevalencia em um grupo controle. CASUISTICA E METODOS Estudo transversal analitico, realizado entre Outubro de 1994 e Marco de 1996, envolvendo funcionarios do HSP, UNIFESP e do restaurante NASBE/BANESPA (grupo controle com caracteristicas socio-economicas semelhantes aos profissionais de Saúde). Os profissionais de Saúde (HSP e UNIFESP) foram categorizados em 2 grupos de acordo com o risco de contato com TB: alto risco (AR) para os profissionais lotados em setores que internaram pelo menos 6 pacientes/ano com TB, e baixo risco (BR) naqueles lotados em setores com menos de 6 pacienteslano com TB. Os funcionarios do restaurante constituiram o grupo controle. Atraves de um questionario auto-administrado, foram avaliados locais de trabalho atuais e previos, duracao em cada um deles, cargo exercido, classificacao socio-economica, contato extra-hospitalar com TB, vacinacao previa com BCG e tratamento anterior para TB. A prevalencia da infeccao pelo Mycobacterium tuberculosis foi avaliada atraves da aplicacao do teste tuberculinico em duas etapas (PPD Rt 23 2 U -O,1 ml). Foram considerados positivos os profissionais cuja induracao fosse maior ou igual a 10 mm. Nos profissionais com induracao menor ou igual a 9 mm, era aplicado um segundo teste entre 1 e 4 semanas apos, sendo considerados booster positivo aqueles cuja induracao fosse maior que 10 mm, sendo pelo menos 6 mm maior em relacao ao teste anterior. Para analise estatistica utilizaram-se os programas 2D, 3D e 4F do pacote estatistico BMDP versao 1992. RESULTADOS Foram avaliados 539 de um total de 581 profissionais testados, sendo 46,6 por cento (251/539) no grupo AR, 32,7 por cento (l76/539) no grupo BR e 20,7 por cento (112/539) no grupo controle. A faixa etaria media nos grupos foi de 42,6 anos no AR, 45,5 anos no BR e 43,9 anos no grupo controle. Do total de profissionais testados, 55,5 por cento (299/539) foram reatores ao PPD. No grupo AR 58,2 por cento (l46/251) foram reatores, no grupo BR 53,4 por cento (94/l76) e no grupo controle 52,7 por cento (59/112) - p = O,49. Entre os profissionais com pega vacinal pelo BCG, 56,1 por cento (l33/237) foram reatores, enquanto nos nao vacinados 55,6 por cento (l6O/288) foram reatores - p = O,96 ...(au)
Palavra-chave Tuberculose
Mycobacterium tuberculosis
Ocupações em Saúde
Doenças Profissionais
Idioma Português
Data de publicação 1998
Publicado em São Paulo: [s.n.], 1998. 115 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 115 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Dissertação de mestrado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/15799

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