Contribuicao da microscopia de epiluminescencia (dermatoscopia) na avaliacao clinica das lesoes pigmentadas cutaneas

Contribuicao da microscopia de epiluminescencia (dermatoscopia) na avaliacao clinica das lesoes pigmentadas cutaneas

Autor Paschoal, Francisco Macedo Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo A avaliacao clinica das lesoes pigmentadas cutaneas frequentemente impoe dificuldades ao dermatologista, principalmente na diferenciacao entre lesoes pigmentadas benignas e malignas e entre lesoes melanociticas e nao melanociticas. No entanto, essa diferenciacao torna-se fundamental porque e com base nela que serao estabelecidas as diferentes condutas clinicas ou cirurgicas para cada uma das lesoes pigmentadas. Nesse contexto, a microscopia de epiluminescencia vem se destacando como metodo auxiliar no diagnostico diferencial das lesoes pigmentadas de carater benigno, pre-maligno ou maligno. Por meio da microscopia de epiluminescencia foram estudadas, ao todo, 300 lesoes pigmentadas cutaneas com o objetivo de avaliar a real contribuicao dessa tecnica no manejo diagnostico desse grupo de lesoes. O raciocinio diagnostico empregado foi o de, inicialmente, diferenciar as lesoes pigmentadas cutaneas em melanociticas e nao melanociticas; em seguida u aplicando-se a Regra do ABCD dermatoscopico u identificar as lesoes melanociticas suspeitas de malignidade; e, por ultimo reconhecer os achados da microscopia de epiluminescencia especificos de malignidade. Foram biopsiadas e submetidas a analise histologica e diagnostico histopatologico 84 lesoes com sinais clinicos e dermatoscopicos de malignidade. Com base nos resultados histopatologicos calcularam-se acuracia diagnostica, indice de suspeita, sensibilidade, especificidade, valor predito positivo e valor predito negativo u tanto do diagnostico clinico como do diagnostico pela microscopia de epiluminescencia u, avaliando-se posteriormente o grau de concordancia, de discordancia e de melhoria diagnostica. Como conclusoes deste trabalho, a microscopia de epiluminescencia contribuiu para estabelecer a diferenciacao entre as lesoes pigmentadas melanociticas e nao melanociticas, nas lesoes pigmentadas nao melanociticas, na diferenciacao entre as lesoes pigmentadas melanociticas benignas e malignas e no diagnostico de malignidade. A microscopia de epiluminescencia nao se demonstrou util na diferenciacao entre os diferentes tipos histologicos de lesoes pigmentadas melanociticas benignas, e na distincao da entidade nevo displasico frente as outras lesoes pigmentadas melanociticas benignas
Palavra-chave Luminescência
Microscopia
Transtornos da Pigmentação
Idioma Português
Data de publicação 1997
Publicado em São Paulo: [s.n.], 1997. 74 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 74 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Dissertação de mestrado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/15493

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