Paracoccidioidomycosis mortality in Brazil (1980-1995)

Paracoccidioidomycosis mortality in Brazil (1980-1995)

Título alternativo Mortalidade por paracoccidioidomicose no Brasil (1980-1995)
Autor Coutinho, Ziadir Francisco Google Scholar
Silva, Delson Da Google Scholar
Lazéra, Márcia Google Scholar
Petri, Valeria Autor UNIFESP Google Scholar
Oliveira, Rosely Magalhães De Google Scholar
Sabroza, Paulo C. Google Scholar
Wanke, Bodo Google Scholar
Instituição Fundação Oswaldo Cruz Escola Nacional de Saúde Pública Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria
Fundação Oswaldo Cruz Escola Nacional de Saúde Pública Departamento de Endemias Samuel Pessoa
Fundação Oswaldo Cruz Centro de Pesquisa Hospital Evandro Chagas Serviço de Micologia
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Resumo This study analyzes 3,181 deaths from paracoccidioidomycosis in Brazil, based on 16 years of sequential data (from 1980 to 1995). During this period paracoccidioidomycosis showed considerable magnitude and low visibility, representing the eighth most common cause of death from predominantly chronic or recurrent types of infectious and parasitic diseases. It also had the highest mortality rate among the systemic mycoses. The mean annual mortality rate was 1.45 per million inhabitants, indicating a downward long-term trend (reduction of 31.28%), while spatial distribution among the different regions and States of Brazil was non-homogenous. The South (with the highest regional rate) and the Southeast showed a downward trend, while the Central West had the second highest rate in the country. At least one-fifth of Brazilian municipalities (or 22.71% of the country's total area) reported deaths from paracoccidioidomycosis. Overall nationwide mortality per area was 3.73/10,000km². The disease was endemic in non-metropolitan areas. The majority of deaths occurred in males (84.75%), and there was a sex ratio of 562 men/100 women. The 30-59-year and over-60-year age groups were the most affected. The study showed that the mortality rate justifies classifying this disease as a major health problem in Brazil.

Foram estudados 3.181 óbitos por paracoccidioidomicose no Brasil, a partir de séries temporais de 16 anos (1980-1995). No período, esta micose mostrou grande magnitude e baixa visibilidade, destacando-se como oitava causa de mortalidade por doença predominantemente crônica ou repetitiva, entre as infecciosas e parasitárias, e a mais elevada taxa de mortalidade entre as micoses sistêmicas. A taxa de mortalidade média anual foi de 1,45/milhão de habitantes, com tendência secular em queda (redução de 31,28%), a distribuição espacial não foi homogênea entre as diferentes regiões e Estados. O Sul, com a maior taxa regional, e o Sudeste apresentaram tendência a queda. A Região Centro-Oeste teve o segundo coeficiente mais alto do País, com tendência a ascensão. Houve registro de óbitos pela endemia em cerca de um quarto dos municípios brasileiros, estendendo-se por 22,71% de sua área. A densidade geral de óbitos foi de 3,73 óbitos/10.000km². A doença prevaleceu como endemia nas áreas não metropolitanas. A taxa de mortalidade predominou em indivíduos do sexo masculino, com 84,75% dos óbitos e razão de masculinidade de 562 homens/100 mulheres. O grupo etário entre 30-59 anos foi o mais atingido, seguido dos indivíduos com 60 anos ou mais. O estudo mostrou que a taxa de mortalidade pode ser considerada como indicador para definir a doença como importante agravo de saúde no Brasil.
Palavra-chave Paracoccidioidomycosis
Mortality
Epidemiology
Endemic Mycosis
Paracoccidioidomicose
Mortalidade
Epidemiologia
Micose Endêmica
Idioma Inglês
Data de publicação 2002-10-01
Publicado em Cadernos de Saúde Pública. Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz, v. 18, n. 5, p. 1441-1454, 2002.
ISSN 0102-311X (Sherpa/Romeo)
Publicador Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Extensão 1441-1454
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S0102-311X2002000500037
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
SciELO S0102-311X2002000500037 (estatísticas na SciELO)
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/1531

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Nome: S0102-311X2002000500037.pdf
Tamanho: 163.4KB
Formato: PDF
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