Analgesia intra-articular com morfina, bupivacaína ou fentanil após operação de joelho por videoartroscopia

Analgesia intra-articular com morfina, bupivacaína ou fentanil após operação de joelho por videoartroscopia

Título alternativo Intra-articular analgesia with morphine, bupivacaine or fentanyl after knee video-arthroscopy surgery
Analgesia intra-articular con morfina, bupivacaína o fentanil después de operación de rodilla por videoartroscopia
Autor Souza, Rogério Helcias De Autor UNIFESP Google Scholar
Issy, Adriana Machado Autor UNIFESP Google Scholar
Sakata, Rioko Kimiko Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Resumo BACKGROUND AND OBJECTIVES: Methods to promote knee pain analgesia without impairing motor function have been widely researched. This study aimed at comparing intra-articular morphine, bupivacaine, and fentanyl analgesic effects (as compared to saline solution), after knee video-arthroscopy. METHODS: Participated in this study 60 patients who were randomly distributed in four groups: GI (n = 15) 10 ml saline solution; GII (n = 15) 2 mg morphine diluted in 10 ml saline solution; GIII (n = 15) 10 ml of 0.25% bupivacaine; GIV (n = 15) 100 µg fentanyl diluted in 10 ml saline solution, injected at surgery completion. All patients received spinal anesthesia with 15 mg hyperbaric bupivacaine. Pain intensity was evaluated by a visual analog scale (VAS) (at surgery completion, and 6, 12, 18 and 24 hours later). The need for analgesic complementation (1 g intravenous dipirone) was also evaluated. Side effects were recorded. RESULTS: There were no statistical differences in pain intensity among groups in almost all moments studied. There was a statistic difference up to 6 hours, when the fentanyl group had significantly lower pain. The morphine group needed more dipirone complementation. Side effects were minor, without statistical significance. CONCLUSIONS: There were no statistical differences among solutions analgesic effects in almost all moments studied.

JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: El uso de métodos que promuevan analgesia para el dolor de rodilla sin perjudicar la función motora ha sido bastante pesquisado. El objetivo del presente estudio fue comparar el efecto analgésico de la morfina, de la bupivacaína y del fentanil, con la solución fisiológica, inyectada por vía intra-articular después de operación de rodilla por videoartroscopia. MÉTODO: Sesenta pacientes fueron divididos de forma aleatoria, en cuatro grupos: GI (n=15) - 10 ml de solución fisiológica; GII (n = 15) - 2 mg de morfina diluidos para 10 ml de solución fisiológica; GIII (n = 15) - 10 ml de bupivacaína a 0,25%; GIV (n = 15) - 100 µg de fentanil diluidos para 10 ml de solución fisiológica, inyectados al término de la operación. Todos los pacientes fueron sometidos a anestesia subaracnóidea con 15 mg de bupivacaína hiperbárica. La intensidad del dolor fue evaluada por la escala analógica visual (inmediatamente después del término de la operación y después 6, 12, 18 y 24 horas), bien como la necesidad de complemento analgésico (dipirona 1 g por vía venosa). Fueron anotados los posibles efectos colaterales. RESULTADOS: No hubo diferencia significativa en la intensidad del dolor entre los grupos, en la casi totalidad de los tiempos estudiados. Hubo diferencia estadística hasta seis horas, cuando el grupo fentanil presentó intensidad de dolor significativamente menor. El grupo morfina necesitó de mayor número de complementos con dipirona. Los efectos colaterales fueron mínimos, sin significación estadística. CONCLUSIONES: No hubo diferencia significativa entre la analgesia promovida por las soluciones estudiadas en la mayoría de los tiempos investigados.

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: O uso de métodos que promovam analgesia para dor do joelho sem prejudicar a função motora tem sido bastante pesquisado. O objetivo do presente estudo foi comparar o efeito analgésico da morfina, da bupivacaína e do fentanil, com a solução fisiológica, injetada por via intra-articular após operação de joelho por videoartroscopia. MÉTODO: Sessenta pacientes foram divididos de forma aleatória, em quatro grupos: GI (n=15) - 10 ml de solução fisiológica; GII (n = 15) - 2 mg de morfina diluídos para 10 ml de solução fisiológica; GIII (n = 15) - 10 ml de bupivacaína a 0,25%; GIV (n = 15) - 100 µg de fentanil diluídos para 10 ml de solução fisiológica, injetados ao término da operação. Todos os pacientes foram submetidos à anestesia subaracnóidea com 15 mg de bupivacaína hiperbárica. A intensidade da dor foi avaliada pela escala analógica visual (imediatamente após o término da operação e após 6, 12, 18 e 24 horas), bem como a necessidade de complementação analgésica (dipirona 1 g por via venosa). Foram anotados os possíveis efeitos colaterais. RESULTADOS: Não houve diferença significativa na intensidade da dor entre os grupos, na quase totalidade dos tempos estudados. Houve diferença estatística até seis horas, quando o grupo fentanil apresentou intensidade da dor significativamente menor. O grupo morfina necessitou de maior número de complementações com dipirona. Os efeitos colaterais foram mínimos, sem significância estatística. CONCLUSÕES: Não houve diferença significativa entre a analgesia promovida pelas soluções estudadas na maioria dos tempos investigados.
Palavra-chave ANALGESIA
ANALGESICS
SURGERY
ANALGESIA
ANALGÉSICOS
CIRURGIA
Idioma Português
Data de publicação 2002-09-01
Publicado em Revista Brasileira de Anestesiologia. Sociedade Brasileira de Anestesiologia, v. 52, n. 5, p. 570-580, 2002.
ISSN 0034-7094 (Sherpa/Romeo)
Publicador Sociedade Brasileira de Anestesiologia
Extensão 570-580
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S0034-70942002000500007
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
SciELO S0034-70942002000500007 (estatísticas na SciELO)
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/1526

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Nome: S0034-70942002000500007.pdf
Tamanho: 83.77KB
Formato: PDF
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