Sydenham's chorea: clinical and evolutive characteristics

Sydenham's chorea: clinical and evolutive characteristics

Autor Terreri, Maria Teresa Ramos Ascensão Autor UNIFESP Google Scholar
Roja, Suzana Campos Autor UNIFESP Google Scholar
Len, Claudio Arnaldo Autor UNIFESP Google Scholar
Faustino, Patricia Corte Autor UNIFESP Google Scholar
Roberto, Adriana Madureira Autor UNIFESP Google Scholar
Hilário, Maria Odete Esteves Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Resumo CONTEXT: During the last 12 years we have observed an increase in the frequency of Sydenham's chorea in our country. We have observed that some of our patients have presented recurrence of the chorea despite regular treatment with benzathine penicillin. OBJECTIVE: The aim of our study was to evaluate clinical and evolutive characteristics of Sydenham's chorea in a group of patients followed in our Pediatric Rheumatology Unit. TYPE OF STUDY: Retrospective study. SETTING: Section of Pediatric Rheumatology - Discipline of Allergy, Clinical Immunology and Rheumatology - Department of Pediatrics - UNIFESP - EPM. PARTICIPANTS: Two hundred and ninety patients with rheumatic fever followed between 1986 and 1999. METHODS: We reviewed the records of 290 patients with rheumatic fever followed between 1986 and 1999. All patients were diagnosed according to the revised Jones criteria (1992). We included 86 patients that presented Sydenham's chorea as one of the major criteria (one or more attacks) and evaluated their clinical and evolutive characteristics as well the treatment. RESULTS: Fifty-five patients were girls and 31 were boys. The mean age at onset was 9.7 years and mean follow-up period was 3.6 years. The 86 Sydenham's chorea patients presented 110 attacks of chorea. We observed isolated chorea in 35% of the patients, and 25 (29%) presented one or more recurrences. We included only 17 of the 25 patients for further analysis, with a total of 22 recurrences of which 14 were attacks of chorea, because it was not possible to precisely detect the interval between attacks in the other patients. The approximate interval between the attacks ranged from 4 to 96 months. In 71% of the patients there was no failure in the secondary prophylaxis with benzathine penicillin, which was performed every 3 weeks. CONCLUSION: Despite the regular use of secondary benzathine penicillin prophylaxis, children with rheumatic fever have a high risk of Sydenham's chorea recurrence.

CONTEXTO: Observamos um aumento na freqüência de coréia de Sydenham no nosso meio durante os últimos 12 anos. Foi verificado que alguns pacientes apresentaram recorrência da coréia apesar da profilaxia regular com penicilina benzatina. OBJETIVO: Avaliar as características clínicas e evolutivas da coréia de Sydenham em um grupo de pacientes acompanhados no nosso ambulatório de Reumatologia Pediátrica. TIPO DE ESTUDO: Estudo retrospectivo. LOCAL: Setor de Reumatologia Pediátrica, Disciplina de Alergia, Imunologia clínica e Reumatologia, Departamento de Pediatria, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)/Escola Paulista de Medicina. PARTICIPANTES: 290 pacientes com febre reumática seguidos no período de 1986 e 1999. MÉTODOS: Revisamos os prontuários de 290 pacientes com febre reumática seguidos no período de 1986 a 1999. Todos os pacientes tiveram o diagnóstico de febre reumática de acordo com os critérios de Jones revisados (1992). Foram incluídos 86 pacientes que apresentaram coréia de Sydenham como manifestação maior (um ou mais surtos) e avaliamos suas características clínicas e evolutivas bem como tratamento. RESULTADOS: 55 pacientes eram do sexo feminino e 31 do masculino. A idade média de início da doença foi 9,7 anos e o tempo médio de evolução 3,6 anos. Os 86 pacientes com coréia de Sydenham apresentaram 110 surtos de coréia. Nós observamos coréia isolada em 35% dos pacientes e 25 (29%) apresentaram uma ou mais recorrências. Foram incluídos para o estudo apenas 17 de 25 pacientes com 22 recorrências e 14 surtos de coréia, pois não foi possível detectar o intervalo entre os surtos nos outros pacientes. O intervalo entre os surtos variou de quatro a 96 meses. Em 71% dos pacientes não ocorreu falha na profilaxia secundária com penicilina, que foi realizada a cada três semanas. CONCLUSÃO: Apesar do uso regular de profilaxia com penicilina benzatina, as crianças com febre reumática têm um maior risco de recorrência de coréia de Sydenham.
Palavra-chave Rheumatic fever
Sydenham's chorea
Recurrences
Prophylaxis
Febre reumática
Coréia de Sydenham
Recorrência
Profilaxia
Idioma Inglês
Data de publicação 2002-01-03
Publicado em São Paulo Medical Journal. Associação Paulista de Medicina - APM, v. 120, n. 1, p. 16-19, 2002.
ISSN 1516-3180 (Sherpa/Romeo)
Publicador Associação Paulista de Medicina - APM
Extensão 16-19
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S1516-31802002000100005
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
SciELO S1516-31802002000100005 (estatísticas na SciELO)
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/1340

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