Contaminação de frascos de colírios de soro autólogo

Contaminação de frascos de colírios de soro autólogo

Título alternativo Autologous serum eyedropper contamination after topical use
Autor Hofling-Lima, Ana Luisa Autor UNIFESP Google Scholar
Lima Filho, Acácio Alves de Souza Autor UNIFESP Google Scholar
Batistoso, José Antonio Google Scholar
Kawamura, Débora Google Scholar
Chalita, Maria Regina Catai Autor UNIFESP Google Scholar
Alves, Leandro Siqueira Autor UNIFESP Google Scholar
Farah, Michel Eid Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Resumo Purpose: To evaluate bacterial contamination of autologous serum eyedroppers after topical use. Methods: Autologous serum eyedroppers used for ocular surface diseases were submitted to culture after topical use. A total of 127 eyedroppers was cultivated after the patients had used the drops and returned them to the laboratory. Results: We found that 76.03% of the eyedroppers were contaminated. Nine-two microorganisms were found: coagulase-negative Staphy-lococcus (35.86%), Alcaligenes sp (21.73%), Klebsiella sp (20.65%) and Bacillus sp (9.78%). Conclusion: The eye-dropper contamination can be caused by normal flora and by skin and environmental microorganisms. These results show the contamination risk at the moment of instillation. Further research will be done to evaluate fungal contamination and to correlate the patient's normal flora with microorganisms found in the eyedroppers.

Objetivo: Avaliar a contaminação bacteriana dos frascos de soro autólogo após o uso tópico. Métodos: Frascos de soro autólogo utilizados por pacientes portadores de várias doenças de superfície ocular foram submetidos à cultura após o seu uso tópico. Foram cultivados os resíduos de 127 frascos de colírios de soro autólogo usados por pacientes após a devolução do frasco vazio ao laboratório. Resultados: Os resultados das culturas realizadas demonstram que 76,03% dos frascos estavam contaminados. O total de 92 microrganismos foram encontrados: Staphylococcus coagulase-negativo (35,86%), Alcaligenes sp (21,73%), Klebsiella sp (20,65%) e Bacillus sp (9,78%) e outras bactérias (11,94%). Conclusões: Verificamos que a contaminação dos frascos pode ocorrer tanto por microrganismos presentes na microbiota normal quanto por microrganismos da pele e meio ambiente. Estes resultados ressaltam a risco de contaminação dos frascos no momento da instilação. Futuras investigações serão feitas em busca de contaminação fúngica e relacionando a microbiota dos pacientes com os microrganismos isolados dos frascos.
Palavra-chave Ophthalmic solutions
Drug contamination
Bacterial eye infections
Staphylococcus
Alcaligenes
Klebsiella
Soluções oftálmicas
Contaminação de medicamentos
Infecções bacterianas do olho
Staphylococcus
Alcalígenes
Klebsiella
Idioma Português
Data de publicação 2001-02-01
Publicado em Arquivos Brasileiros de Oftalmologia. Conselho Brasileiro de Oftalmologia, v. 64, n. 1, p. 63-65, 2001.
ISSN 0004-2749 (Sherpa/Romeo)
Publicador Conselho Brasileiro de Oftalmologia
Extensão 63-65
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S0004-27492001000100012
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
SciELO S0004-27492001000100012 (estatísticas na SciELO)
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/1101

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Nome: S0004-27492001000100012.pdf
Tamanho: 142.3KB
Formato: PDF
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