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Title: Traqueostomia precoce versus traqueostomia tardia em pacientes críticos: Revisão Sistemática
Other Titles: Early versus late tracheostomy for critically ill patients
Authors: Valente, Orsine [UNIFESP]
Silva, Brenda Nazaré Gomes da [UNIFESP]
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Keywords: Revisão
Desmame do respirador
Respiração artificial
Traqueostomia
Cuidados críticos
Critical care
Tracheostomy
Respiration, artificial
Ventilator weaning
Review
Issue Date: 27-Jul-2011
Publisher: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Citation: SILVA, Brenda Nazaré Gomes da. Traqueostomia precoce versus traqueostomia tardia em pacientes críticos: Revisão Sistemática. 2011. 129 f. Tese (Doutorado em Ciências) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo, São Paulo, 2011.
Abstract: Contexto: O uso da ventilação mecânica prolongada pelos pacientes críticos em unidades de terapia intensiva (UTI) é uma das situações clínicas mais frequentes nas quais a traqueostomia é indicada. E os termos traqueostomias, .“precoce.” e .“tardia.” referem-se ao tempo para a realização desse procedimento. As evidências disponíveis sobre as possíveis vantagens da traqueostomia precoce em relação a tardia são conflitantes, mas incluem redução do tempo de permanência hospitalar e mortalidade. Objetivos: Comparar a efetividade e a segurança das traqueostomias precoce e tardia em pacientes críticos com previsão de permanecerem em ventilação mecânica prolongada. Métodos: Revisão sistemática de estudos aleatórios. As seguintes bases de dados eletrônicas foram uilizadas: The Cochrane Library, MEDLINE, EMBASE, LILACS, Current Controlled Trials, PEDro e CINHAL, até a data de dezembro de 2010. Foram incluídos ensaios controlados e aleatórios ou quasi-aleatórios que compararam traqueostomia precoce (dois a 10 dias após o início da a intubação) e traqueostomia tardia (>10 dias após o início da intubação) em pacientes adultos críticos com previsão para ventilação mecânica prolongada. Não houve qualquer restrição quanto ao idioma ou ano da publicação. Foram feitas metanálises com modelo estatístico de efeito aleatório para mortalidade e pneumonia. Resultados: Foram incluídos quatro estudos de alto risco de viés, totalizando 673 pacientes alocados para traqueostomia precoce ou tardia. Não foi possível observar fortes evidências que favorecessem à traqueostomia precoce para mortalidade (três estudos, 49,6% [148/298] versus 64,1% [193/201], risco relativo [RR] de 0,67 [IC 95% 0,42, 1,04], P=0,08); e pneumonia (12,2%, 33/269 versus 21,8%, 59/270, RR 0,42 [dois estudos, IC 95% 0,13, 1,39, P=0,15]). Entretanto foi possível encontrar estimativa estatisticamente significativa para tempo de permanência em ventilação mecânica (um estudo, DM -9,8 dias, IC 95% - 11,48, -8,12; P<0,00001) e na UTI (um estudo, DM -11.40 [-12.42, -10.38, P<0.00001] que favoreceram ao grupo de traqueostomia precoce. Conclusões: De acordo com evidências de qualidade moderada, a traqueostomia precoce tem potencial para ser mais efetiva e segura do que a traqueostomia tardia para a redução de mortalidade, pneumonia e tempo de permanência na ventilação mecânica e na UTI. Entretanto esses resultados necessitam ser confirmados ou não por estudos adequados que ainda não foram finalizados e outros que possivelmente serão realizados no futuro.
URI: http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/10132
Appears in Collections:Tese de doutorado

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